domingo, 6 de julho de 2014
contínua
quarta-feira, 7 de maio de 2014
hélice
segunda-feira, 21 de abril de 2014
eu me acho
domingo, 30 de março de 2014
dor
segunda-feira, 17 de março de 2014
vai!
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
quando escolhemos
terça-feira, 27 de agosto de 2013
falência múltipla
terça-feira, 30 de julho de 2013
for better days. for better ways
quarta-feira, 3 de julho de 2013
quinta-feira, 6 de junho de 2013
diagnóstico
domingo, 14 de abril de 2013
you have a new message
segunda-feira, 8 de abril de 2013
a mais
Eu não combino com aqui. Cidade grande e praiana maquiada pela óbvia e equivocada associação entre o sol e felicidade. Eu não consigo imaginar dia mais angustiante do que aquele em que o sol frita nossos corpos enquanto o povo o brinda mediocre e felizmente.
Não tenho conseguido mais fugir. Já esgotaram-se os meios e o derradeiro desfecho se anuncia. Encarar a mim mesmo. Nú. Repetitivo. Como eu sei que sou e só sei. Eu sei.
Respiro raso, ponho aquela british indie rock band e finjo que ainda há uma porta a ser aberta. Fecho os olhos num último apelo a mim mesmo. Em vão.
Assumirei os erros a mais. Prometo.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
verso
Agora choro o leite derramado que escorre pelo ralo, mistura de início e fim.
domingo, 9 de dezembro de 2012
tudo por mim mesmo
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
felicidade na estante
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Dízima periódica da geração Y
sábado, 13 de outubro de 2012
no filter
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
perecível
sábado, 8 de setembro de 2012
unidentifiable
Críticas estou dispensando. Já basta a minha auto. A não ser que você seja o mestre dos magos e diga que tudo dará certo neste caminho opaco que sigo evitando olhar pra trás. Tô no escuro com medo. Vejo pessoas e prioridades. Vejo equívocos em manuais. Percebo-me na luz. Capacidade sobre humana de fazer-se desinteressante. Não espero nada. Só peço. Eu me amo em 3 de agosto. O mundo pára em seu constante retrocesso andante. Nós continuamos contracorrente tentando chocar a borracha, blasé. Encaixando na timeline como dadaístas do futuro, geração qualquer nota, cópia vintage da tendência neomoderna da semana de 22. Porém somente a forma nos interessa, mesmo com conteúdo, a iconodulia sobressai na presente imagem de nossas camisetas manchadas por rostos conhecidos de um paradigma geracional. Reflexo constante da falta de.
sábado, 11 de agosto de 2012
eles tentaram
Sete dias in rehab não cabem dentro da razão. Psicossomatização. Quando é mesmo que nos damos conta? A vida pode ser lida como um terço. Costura. Conta por conta. Nó por nó. Dor transmutada em bagagem. Como Dean ou Monroe. Abandonados, mas artistas. Pintores de si mesmo. O corpo como tela do vício em sermos nós mesmos. Farpados. Olhando para si em sete dias. A dor desvia o foco. Não olho nem ao lado. Calado a interiorização foi intensa e sem vontade de se fazer entender, escrevi sem caligrafia, falei com os olhos.